MamiAgency Linha do Tempo do Antigo Egito

525 – 404 a.C.

XXVII Dinastia

Primeira ocupação persa. Os reis aquemênidas foram contados como faraós, mantiveram parte da estrutura administrativa local, promoveram obras como o canal do Mar Vermelho e enfrentaram revoltas recorrentes no delta.

Época Baixa 2 acontecimentos

Cronologia

Acontecimentos atribuídos à XXVII Dinastia

525 a.C. Datação estabelecida A conquista persa e a batalha de Pelúsio O exército de Cambises II derrotou Psamético III em Pelúsio e tomou Mênfis, transformando o Egito em província do Império Persa. Sobre a conduta do vencedor, a tradição grega e os documentos egípcios… Guerras XXVII Dinastia Cambises II Baixo Egito
Localização
Pelúsio, no delta oriental
Baixo Egito
Dinastia
XXVII Dinastia
Governante
Cambises II

Amásis II morreu pouco antes do ataque, e seu filho Psamético III reinava havia poucos meses quando a força persa atravessou o Sinai com apoio de guias árabes. O confronto decisivo ocorreu em Pelúsio, na entrada oriental do delta; em seguida Mênfis foi sitiada e tomada, o rei egípcio foi deposto e mais tarde executado. Cambises assumiu titulatura faraônica e organizou o país como satrapia, o bloco que as listas antigas contam como XXVII Dinastia. Cirene e os vizinhos líbios enviaram submissão sem luta.

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c. 450 a.C. Datação em debate Heródoto visita o Egito e escreve sobre o país O segundo livro das Histórias descreve o Egito sob domínio persa: embalsamamento, cultos animais, festas, o regime da cheia e uma longa lista de reis. Heródoto afirma ter chegado a Elefantina, mas a extensão… Escrita XXVII Dinastia Todo o Egito
Localização
Do delta a Elefantina
Todo o Egito
Dinastia
XXVII Dinastia
Governante
Heródoto de Halicarnasso

O relato é a mais antiga descrição extensa do Egito feita por um estrangeiro e continua indispensável. Dele vêm informações que nenhuma outra fonte conserva: as três faixas de preço do embalsamamento, o funcionamento de Náucratis, a instalação dos soldados estrangeiros, o calendário de festas em Bubástis, as medições do edifício de Hauara que os gregos chamavam de Labirinto. Heródoto diz ter conversado com sacerdotes em Mênfis, em Tebas e em Heliópolis, e recorreu a intérpretes, quase certamente das comunidades gregas e cárias instaladas no país havia gerações.

A viagem é datada apenas por indícios internos da obra, entre cerca de 460 e 440 a.C. A extensão do roteiro, a duração da estadia e a confiabilidade de várias informações continuam em debate.

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