MamiAgency Linha do Tempo do Antigo Egito

Vocabulário de apoio

Glossário

Termos que aparecem com frequência nos registros do acervo: cargos da administração, divindades, tipos de monumento, documentos, unidades de medida e conceitos religiosos. Muitas dessas palavras chegaram até nós por transcrição, e a grafia varia entre autores; quando isso ocorre, as variantes mais comuns estão indicadas.

A

Alto Egito Vale
O vale do Nilo a montante do delta, associado à coroa branca. Seus centros mais citados neste acervo são Tebas, Abidos, Hieracômpolis, Elefantina e Assuã. No acervo: Unificação do Egito e a paleta de Narmer · Tebas se torna potência sob os Intef Ver também: Baixo Egito · Duas Terras
Amon Amun e Amon-Rá
Deus tebano que, no Médio e no Novo Império, torna-se a principal divindade dinástica, muitas vezes fundido a Rá. Seu templo em Karnak concentrou terras, clero e decisão política, sobretudo no Terceiro Período Intermediário. No acervo: Senusret I reconstrói Karnak em pedra · Herihor divide o poder e Tebas passa ao clero de Amon Ver também: Karnak · Esposa Divina de Amon
Anona
Distribuição pública de cereal em Roma, abastecida em grande parte pelas colheitas do vale do Nilo durante o domínio romano. O controle desse fluxo explica o estatuto especial da província egípcia. No acervo: O Egito se torna o celeiro de Roma Ver também: Nilo
Aquetáton Amarna e Akhetaten
Capital fundada por Aquenáton no Médio Egito, no sítio hoje chamado de Amarna. Foi abandonada logo após a restauração dos cultos tradicionais e preservou oficinas, residências e o arquivo de correspondência diplomática. No acervo: A reforma de Aton e a fundação de Aquetáton · As cartas de Amarna revelam a diplomacia do Oriente Próximo Ver também: Aton
Aton Aten
Disco solar elevado por Aquenáton a divindade exclusiva do culto de Estado. A reforma fechou templos de Amon, fundou Aquetáton e autorizou uma arte que rompeu o cânone vigente. No acervo: A reforma de Aton e a fundação de Aquetáton · A arte de Amarna rompe o cânone milenar Ver também: Aquetáton · Amon
Avaris Hut-Uaret e Tell el-Daba
Cidade do delta oriental que serviu de capital à XV Dinastia. Porto e palácio de uma corte de ascendência levantina, foi tomada por Amósis no início do Novo Império. No acervo: Avaris cresce como cidade levantina no delta · Os hicsos assumem o governo do norte Ver também: Hicsos

B

Ba
Aspecto da pessoa que as fontes funerárias descrevem como capaz de circular entre o túmulo e o mundo dos vivos, muitas vezes representado como ave com cabeça humana. Não coincide com a noção moderna de alma. No acervo: Os Textos das Pirâmides aparecem na tumba de Unas · Os Textos dos Sarcófagos ampliam o acesso ao além Ver também: Ka · Textos das Pirâmides
Baixo Egito Delta
O delta do Nilo e sua franja mediterrânica, associado à coroa vermelha. Inclui Mênfis, Sais, Bubástis, Tânis, Avaris, Buto e, mais tarde, Alexandria. No acervo: Fundação de Mênfis como sede do governo · Náucratis concentra e regula o comércio grego Ver também: Alto Egito · Duas Terras

C

Casa da vida Per ankh
Instituição anexa a templos em que se copiavam textos, se formavam escribas e se conservava o saber ritual e médico. O encerramento dos templos cortou as rendas que a sustentavam. No acervo: A última inscrição hieroglífica é gravada em Filas · O papiro Ebers reúne o conhecimento médico egípcio Ver também: Escriba · Hieróglifo
Catarata
Trecho encachoeirado do Nilo que marca as etapas da via fluvial para o sul. A Primeira Catarata fica em Assuã; a Segunda, na Núbia, foi a linha das fortalezas do Médio Império. No acervo: A linha de fortalezas da Segunda Catarata · O vice-reinado de Cuxe organiza o domínio da Núbia Ver também: Núbia · Cuxe
Cuxe Kush
Reino núbio a montante da Primeira Catarata, com centros em Kerma, Napata e depois Meroé. No Novo Império foi administrado por um vice-rei; na XXV Dinastia, seus reis governaram o próprio Egito. No acervo: Kerma domina a Núbia e pressiona a fronteira sul · Pie conquista o Egito e instala a XXV Dinastia Ver também: Núbia · Vice-rei de Cuxe

D

Deir el-Medina Set Maat
Vila tebana dos artesãos e operários encarregados das tumbas reais do Vale dos Reis. Seus papiros e óstracos documentam salários, processos, ausências e a greve registrada no reinado de Ramsés III. No acervo: A vila de Deir el-Medina abriga os operários das tumbas reais · A primeira greve de trabalhadores registrada Ver também: Vale dos Reis · Óstraco
Demótico
Escrita cursiva derivada do hierático, usada a partir da Época Baixa para administração, contratos e literatura. Aparece na Pedra de Roseta ao lado do hieróglifo e do grego. No acervo: O decreto de Mênfis inscrito na Pedra de Roseta · A última inscrição hieroglífica é gravada em Filas Ver também: Hierático · Hieróglifo
Dinastia
Agrupamento de reis usado por Manetão e adotado pela egiptologia moderna. Não coincide sempre com uma família biológica: pode marcar mudança de capital, de origem ou de circunstância política. No acervo: Manetão organiza a história egípcia em dinastias · Unificação do Egito e a paleta de Narmer Ver também: Manetão
Duas Terras Alto e Baixo Egito
Fórmula política que trata o vale e o delta como um par a ser unido sob um único rei. O título correspondente aparece formalizado já na I Dinastia, no reinado de Den. No acervo: Den formaliza o título de rei das Duas Terras · Unificação do Egito e a paleta de Narmer Ver também: Alto Egito · Baixo Egito

E

Escriba
Profissional treinado nas escritas do país, responsável por contas, cartas, contratos e cópias literárias. A formação se dava em escolas ligadas ao palácio e aos templos, com modelos clássicos copiados por séculos. No acervo: A História de Sinuhe fixa a língua clássica · Selos e etiquetas inauguram a contabilidade de Estado Ver também: Hierático · Casa da vida
Esposa Divina de Amon
Cargo feminino de alto clero tebano, com terras, pessoal e sucessão por adoção. Concentrou poder político no Terceiro Período Intermediário e foi usado por Psamético I para reconciliar Tebas com Sais. No acervo: A Esposa Divina de Amon concentra poder em Tebas · Psamético I reunifica o Egito e rompe com a Assíria Ver também: Amon · Karnak

F

Faium Fayum e Shedet
Depressão a oeste do vale, ligada ao Nilo pelo canal de Bar Yusuf. Foi irrigada em grande escala no Médio Império e, no período romano, produziu os retratos funerários pintados sobre madeira. No acervo: As obras hidráulicas do Faium ampliam a área cultivada · Os retratos do Faium unem duas tradições funerárias Ver também: Nilo
Faraó Grande Casa
Título que originalmente designava o palácio e, mais tarde, a pessoa do rei. Neste acervo é usado para os soberanos do Egito unificado, sem projetar o termo sobre chefes pré-dinásticos. No acervo: Hatshepsut assume a realeza plena · Den formaliza o título de rei das Duas Terras Ver também: Titulatura · Duas Terras

H

Hicsos Hekau-khasut
Nome egípcio traduzido como "governantes de terras estrangeiras", aplicado à XV Dinastia de Avaris. Designa uma elite de ascendência levantina, não uma invasão em massa documentada na arqueologia do delta. No acervo: Os hicsos assumem o governo do norte · Amósis expulsa os hicsos e funda a XVIII Dinastia Ver também: Avaris
Hierático
Forma cursiva da escrita hieroglífica, usada em papiro e óstraco para administração, cartas e literatura. É a escrita do dia a dia do Estado, enquanto o hieróglifo predomina em monumentos. No acervo: O papiro matemático de Rhind é copiado em Avaris · O porto de Uádi el-Jarf e os arquivos de bordo mais antigos Ver também: Hieróglifo · Demótico
Hieróglifo Escrita hieroglífica
Sistema de sinais que combina valor fonético, ideográfico e determinativo. Aparece no fim do Pré-Dinástico, organiza o Estado tinita e deixa de ser gravado em data conhecida em 394 d.C., em Filas. No acervo: Etiquetas de Abidos registram os primeiros sinais de escrita · Champollion decifra a escrita hieroglífica Ver também: Hierático · Pedra de Roseta

I

Inundação Cheia e Akhet
Subida anual do Nilo que depositava limo sobre as terras baixas e organizava o calendário agrícola em três estações. A altura da cheia determinava a área semeada e o cálculo do tributo. No acervo: Primeiras aldeias agrícolas se fixam no vale do Nilo · Uma sequência de inundações fracas atinge o vale Ver também: Nilo · Nilômetro

K

Ka
Força vital que as fontes associam à continuidade da pessoa após a morte e que precisava ser alimentada por oferendas. Estátuas e fórmulas funerárias existem, em parte, para recebê-lo. No acervo: Os Textos das Pirâmides aparecem na tumba de Unas · As tríades de Miquerinos e o cânone da estatuária real Ver também: Ba · Mastaba
Karnak Ipet-Sut
Conjunto templário de Amon em Tebas, reconstruído em pedra desde Senusret I e ampliado ao longo do Novo Império. Seus eixos, obeliscos e salas de registros são a maior superfície inscrita do país. No acervo: Senusret I reconstrói Karnak em pedra · Os obeliscos de Karnak e as pedreiras de Assuã Ver também: Amon · Tebas

M

Maat Maat
Princípio de ordem, verdade e equilíbrio que o rei era encarregado de manter. Aparece como deusa e como critério de julgamento do morto, e serve de linguagem para justificar reunificações e reformas. No acervo: Mentuhotep II reunifica o Egito · O decreto de Horemheb reorganiza a justiça e o fisco Ver também: Faraó
Manetão Manetho
Sacerdote de Sebenito, no período ptolemaico, que organizou a história egípcia em dinastias. Seu quadro, conservado em resumos posteriores, ainda estrutura a periodização usada neste acervo. No acervo: Manetão organiza a história egípcia em dinastias Ver também: Dinastia
Mastaba
Túmulo de planta retangular e faces inclinadas, em adobe ou pedra, usado para reis tinitas e, depois, para a elite do Antigo Império. A pirâmide de degraus de Djoser parte da superposição de mastabas. No acervo: Fundação de Mênfis como sede do governo · A pirâmide de degraus de Djoser inaugura a arquitetura em pedra Ver também: Pirâmide
Mênfis Inebu-hedj e Mennefer
Cidade na entrada do delta, sede administrativa desde o Tinita e centro do culto de Ptah e de Ápis. Permaneceu polo religioso e econômico mesmo quando a corte se deslocou para Tebas, Itjtauy ou o delta. No acervo: Fundação de Mênfis como sede do governo · O culto de Ápis e as galerias do Serapeu Ver também: Baixo Egito · Saqara
Mumificação
Conjunto de procedimentos para conservar o corpo: evisceração seletiva, desidratação com natrão, envoltório e, nos períodos de auge técnico, modelagem facial. A qualidade varia conforme a época, o custo e a oficina. No acervo: A mumificação atinge seu ponto técnico mais alto · Os retratos do Faium unem duas tradições funerárias Ver também: Natrão · Ka

N

Natrão Netjery
Sal natural extraído sobretudo de Uádi Natrum, usado na desidratação do corpo e em ritos de purificação. É o agente químico central da mumificação clássica. No acervo: A mumificação atinge seu ponto técnico mais alto Ver também: Mumificação
Náucratis Naukratis
Assentamento grego no braço canópico do delta, regulado pela XXVI Dinastia como porto de comércio e de alfândega. Concentrou o tráfego de azeite, vinho e cerâmica entre o Egeu e o vale. No acervo: Náucratis concentra e regula o comércio grego Ver também: Baixo Egito
Nilo
Rio que atravessa o país de sul a norte e organiza a agricultura, o transporte e o calendário. Sem a cheia anual e a faixa de terra cultivável, não haveria Estado capaz de sustentar templos, exércitos e canteiros. No acervo: Primeiras aldeias agrícolas se fixam no vale do Nilo · O Egito se torna o celeiro de Roma Ver também: Inundação · Nilômetro
Nilômetro
Escadaria ou poço graduado para medir a altura da cheia, base do cálculo do tributo e da previsão da colheita. Exemplos conhecidos estão em Elefantina e, mais tarde, em ilhas do delta e de Assuã. No acervo: Os relevos das estações descrevem o ano agrícola · O Egito se torna o celeiro de Roma Ver também: Inundação · Nilo
Nomarca Governador de nomo
Administrador de uma província, o nomo. No fim do Antigo Império e no Primeiro Período Intermediário o cargo se tornou hereditário de fato; Senusret III reduziu essa autonomia. No acervo: Ankhtifi de Moalla registra fome e disputa por grãos · Senusret III desmonta o poder dos governadores provinciais Ver também: Nomo
Nomo Sepat
Unidade provincial do Egito, com capital, divindade tutelar e administração própria. As tríades de Miquerinos representam o rei entre Hathor e a personificação de um nomo. No acervo: As tríades de Miquerinos e o cânone da estatuária real · Senusret III desmonta o poder dos governadores provinciais Ver também: Nomarca
Núbia
Faixa do Nilo a sul de Elefantina, fonte de ouro, gado, ébano e soldados. Foi zona de troca no Tinita, fronteira fortificada no Médio Império, vice-reino no Novo Império e sede dinástica na XXV Dinastia. No acervo: As viagens de Harkhuf abrem a rota para o sul · Os templos de Abu Simbel afirmam o poder egípcio na Núbia Ver também: Cuxe · Catarata

O

Obelisco
Monólito de granito de seção quadrada e ápice piramidal, associado ao culto solar. Extraído nas pedreiras de Assuã e erguido em pares na entrada de templos, sobretudo em Karnak. No acervo: Os obeliscos de Karnak e as pedreiras de Assuã · Os templos solares de Abusir e a ascensão de Rá Ver também: Karnak
Óstraco Ostraca
Lasca de calcário ou fragmento de cerâmica usado como suporte barato de escrita. Em Deir el-Medina, óstracos registram listas de presença, rascunhos literários e desenhos de oficina. No acervo: A vila de Deir el-Medina abriga os operários das tumbas reais · A primeira greve de trabalhadores registrada Ver também: Escriba · Hierático

P

Pedra de Roseta Decreto de Mênfis
Estela com o decreto de Mênfis em hieróglifos, demótico e grego, encontrada em Rachid em 1799. Permitiu a Champollion demonstrar o funcionamento da escrita hieroglífica. No acervo: O decreto de Mênfis inscrito na Pedra de Roseta · A Pedra de Roseta é encontrada em Rachid Ver também: Hieróglifo · Demótico
Pirâmide
Túmulo real de faces lisas ou em degraus, com templo baixo, calçada e templo alto. Atinge a maior escala na IV Dinastia e reaparece, menor e muitas vezes de núcleo de adobe, no Médio Império e em Cuxe. No acervo: A pirâmide de degraus de Djoser inaugura a arquitetura em pedra · Construção da Grande Pirâmide de Quéops Ver também: Mastaba · Saqara
Punt
Região do Mar Vermelho, provavelmente no Chifre da África, de onde expedições egípcias traziam incenso, ébano, ouro e animais. É documentada desde o Antigo Império e celebrada nos relevos de Hatshepsut. No acervo: A primeira expedição naval registrada ao Punt · A expedição ao Punt e o comércio de incenso

R

Rá Re e Amon-Rá
Deus solar menfita e heliopolitano, central na V Dinastia e nos templos solares de Abusir. Fundido a Amon, torna-se Amon-Rá, a fórmula dinástica do Novo Império. No acervo: Os templos solares de Abusir e a ascensão de Rá Ver também: Amon · Aton

S

Saqara Saqqara
Necrópole de Mênfis, com a pirâmide de Djoser, mastabas de elite, os arquivos de Abusir nas proximidades e as galerias do Serapeu. Permaneceu em uso funerário por mais de três mil anos. No acervo: A pirâmide de degraus de Djoser inaugura a arquitetura em pedra · O culto de Ápis e as galerias do Serapeu Ver também: Mênfis · Pirâmide
Serápis Sarapis
Divindade instituída sob Ptolomeu I, que combina traços de Osíris e Ápis com iconografia helenística. Permitiu um culto comum a alexandrinos e a fiéis do templo menfita. No acervo: Ptolomeu I institui o culto de Serápis · O culto de Ápis e as galerias do Serapeu Ver também: Mênfis
Sótis Sothis e Sirius
Nome grego da estrela Sírius, cujo nascer helíaco era associado ao começo da cheia. Observações de Sótis são usadas, com margem de discussão, para ancorar a cronologia absoluta de alguns reinados. No acervo: Adoção do calendário civil de trezentos e sessenta e cinco dias Ver também: Inundação

T

Tebas Uaset e Luxor
Cidade do Alto Egito, centro da XI e da XVIII Dinastias e sede do clero de Amon. No oeste tebano ficam Deir el-Bahari, o Vale dos Reis e Deir el-Medina; no leste, Karnak e o templo de Luxor. No acervo: Tebas se torna potência sob os Intef · O Vale dos Reis substitui as pirâmides reais Ver também: Karnak · Vale dos Reis
Textos das Pirâmides
Conjunto de fórmulas funerárias gravadas nas câmaras reais a partir de Unas, no fim da V Dinastia. É o mais antigo corpo extenso de textos religiosos do país, destinado à travessia do rei no além. No acervo: Os Textos das Pirâmides aparecem na tumba de Unas Ver também: Textos dos Sarcófagos · Ka
Textos dos Sarcófagos
Fórmulas pintadas e incisas no interior de caixões da elite provincial a partir do Primeiro Período Intermediário. Adaptam temas dos Textos das Pirâmides a mortos que não são reis. No acervo: Os Textos dos Sarcófagos ampliam o acesso ao além Ver também: Textos das Pirâmides
Titulatura Cinco nomes
Conjunto de nomes oficiais do rei — Hórus, Duas Senhoras, Hórus de ouro, rei do Alto e do Baixo Egito e filho de Rá. Foi se completando ao longo das primeiras dinastias e permanece o modo de identificar um soberano nas inscrições. No acervo: Den formaliza o título de rei das Duas Terras Ver também: Faraó · Duas Terras

V

Vale dos Reis Biban el-Moluk
Necrópole real do Novo Império no oeste tebano, com tumbas escavadas na rocha em lugar de pirâmides. Recebeu os enterramentos de Tutmés I a Ramsés XI e foi objeto de saques já na XX Dinastia. No acervo: O Vale dos Reis substitui as pirâmides reais · A tumba de Tutancâmon é encontrada quase intacta Ver também: Tebas · Deir el-Medina
Vice-rei de Cuxe Filho do rei de Cuxe
Cargo do Novo Império que administrava a Núbia em nome do palácio: ouro, tropas, templos e o tráfego da catarata. O titular residia no sul e reportava-se diretamente ao rei. No acervo: O vice-reinado de Cuxe organiza o domínio da Núbia Ver também: Cuxe · Núbia
Vizir Tjaty
O mais alto oficial da administração, responsável pela justiça, pelo fisco e pela coordenação das obras. O cargo aparece consolidado no Antigo Império e permanece, com variações, até o período ptolemaico. No acervo: Os arquivos de Abusir e a rotina administrativa dos templos · O decreto de Horemheb reorganiza a justiça e o fisco Ver também: Escriba