MamiAgency Linha do Tempo do Antigo Egito

Reinado de 30 a.C. – 14 d.C.

Augusto

Anexou o Egito em 30 a.C. e o transformou em província administrada diretamente em seu nome. Aparece como faraó em relevos de templos egípcios.

Província romana e bizantina Domínio romano 2 acontecimentos

Cronologia do reinado

Acontecimentos ligados a Augusto

Alguns registros abrangem obras ou processos que atravessam mais de um reinado; nesses casos, o acontecimento aparece associado ao governo em que se iniciou ou foi concluído.

30 a.C. Datação estabelecida Otaviano anexa o Egito como província imperial A queda de Alexandria, em 30 a.C., encerrou três séculos de governo ptolemaico e transformou o Egito em província romana. Otaviano reservou o território para si: em vez de entregá-lo ao Senado, nomeou um… Dinastias Província romana e bizantina Augusto Baixo Egito
Localização
Alexandria
Baixo Egito
Dinastia
Província romana e bizantina
Governante
Augusto

A anexação não exigiu a criação de uma máquina administrativa nova. Os Ptolomeus já haviam montado um sistema de cadastro de terras, arrendamento e cobrança em grão que Roma julgou eficiente o bastante para preservar quase intacto, trocando apenas o topo da hierarquia. Alexandria perdeu o conselho municipal que possuía sob os reis e ficou sob vigilância estreita, condição que só seria revista dois séculos depois. O primeiro prefeito, Caio Cornélio Galo, reprimiu levantes no Alto Egito e mandou gravar o relato de sua atuação em uma estela trilíngue erguida em Filas, gesto que lhe custaria o cargo e a vida.

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c. 20 a.C. Datação aproximada O Egito se torna o celeiro de Roma Roma passou a depender das colheitas egípcias para alimentar sua população. Uma parcela expressiva do trigo consumido na capital saía todos os anos de Alexandria em comboios organizados pelo Estado, resultado… Agricultura Província romana e bizantina Augusto Todo o Egito
Localização
Vale do Nilo, com embarque em Alexandria
Todo o Egito
Dinastia
Província romana e bizantina
Governante
Augusto

O imposto fundiário do Egito era pago sobretudo em grão. Cada parcela cultivável estava registrada em cadastros que indicavam responsável, área e categoria de terra, e a cota devida variava conforme a altura da inundação medida nos nilômetros. A colheita recolhida se concentrava em celeiros de aldeia, era transferida para armazéns distritais e seguia em barcaças rio abaixo até Alexandria, de onde partia por mar rumo aos portos de Putéoli e, mais tarde, de Óstia.

A remessa anual de grão consolidou-se ao longo do principado de Augusto, sem marco inicial datado. A data indicada corresponde ao momento em que a frota de abastecimento já operava com regularidade.

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