MamiAgency Linha do Tempo do Antigo Egito

Reinado de c. 2589 – 2566 a.C.

Quéops

Rei da Grande Pirâmide de Gizé, o edifício mais alto construído pela humanidade até o século XIX. Os arquivos administrativos de seu reinado, achados em Uádi el-Jarf, são os papiros mais antigos conhecidos.

IV Dinastia Antigo Império 2 acontecimentos

Cronologia do reinado

Acontecimentos ligados a Quéops

Alguns registros abrangem obras ou processos que atravessam mais de um reinado; nesses casos, o acontecimento aparece associado ao governo em que se iniciou ou foi concluído.

c. 2560 a.C. Datação aproximada Construção da Grande Pirâmide de Quéops No planalto de Gizé, o reinado de Quéops ergueu a maior pirâmide já construída, com cerca de 146 metros de altura original e mais de dois milhões de blocos assentados. A obra exigiu uma organização de trabalho… Construções IV Dinastia Quéops Baixo Egito
Localização
Planalto de Gizé, a sudoeste de Mênfis
Baixo Egito
Dinastia
IV Dinastia
Governante
Quéops

A escolha de Gizé rompeu com a tradição de Dachur, onde Snefru havia concluído duas pirâmides. O novo canteiro oferecia um afloramento de calcário resistente, capaz de sustentar o peso da estrutura, e acesso fluvial durante a inundação, quando barcaças podiam se aproximar do porto construído ao pé do planalto.

A obra corresponde ao reinado de Quéops, cuja duração é estimada em cerca de vinte e três anos; as datas absolutas variam algumas décadas entre as cronologias em uso.

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c. 2560 a.C. Datação aproximada O porto de Uádi el-Jarf e os arquivos de bordo mais antigos Na costa do Mar Vermelho, equipes do reinado de Quéops abriram trinta galerias na rocha para guardar barcos desmontados e ergueram um quebra-mar de pedra em forma de gancho. Entre os depósitos selados… Comércio IV Dinastia Quéops Deserto Oriental e Mar Vermelho
Localização
Uádi el-Jarf, costa do Mar Vermelho
Deserto Oriental e Mar Vermelho
Dinastia
IV Dinastia
Governante
Quéops

O ancoradouro fica a cerca de cento e oitenta quilômetros ao sul de Suez, em frente à região mineira do sul do Sinai, e funcionava por temporadas: as embarcações eram desmontadas e guardadas nas galerias, junto com cordas, âncoras de pedra e jarras de provisão, e o pessoal deixava o lugar até a expedição seguinte. Escavações conduzidas a partir de 2011 identificaram o quebra-mar submerso, os alojamentos e os depósitos que os próprios egípcios fecharam com blocos ao abandonar o porto.

Os documentos trazem datas contadas por anos de recenseamento de gado do reinado de Quéops, o que permite ordená-los entre si, mas não convertê-los em anos absolutos com precisão.

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