Recorte geográfico
Mediterrâneo e Egeu
Chipre, Creta, as ilhas do Egeu, a Grécia continental, Cirene e Roma, ligadas ao Egito por rotas marítimas.
2 acontecimentos
Período Ptolemaico
332 – 30 a.C.
1 acontecimento
31 – 30 a.C. Datação estabelecida Cleópatra VII, Áccio e o fim do Egito independente Cleópatra VII governou vinte e um anos apoiando-se nas guerras civis romanas para manter o Egito fora do domínio direto de Roma. A derrota naval em Áccio, em setembro de 31 a.C., e a queda de Alexandria no ano…
- Localização
- Áccio, na Grécia ocidental, e Alexandria
Mediterrâneo e Egeu - Dinastia
- Dinastia ptolemaica
- Governante
- Cleópatra VII
Assumiu o trono em 51 a.C., com dezoito anos, um reino hipotecado a credores romanos e uma corte capaz de depô-la, como fez uma vez. Enfrentou cheias fracas e fome entre 50 e 48 a.C., reorganizou a distribuição de grão, reformou a moeda, governou ao lado de dois irmãos e depois do próprio filho, e retomou o programa de construção de templos, aparecendo em Dendera com titulatura egípcia. Plutarco registra que falava a língua do país, coisa incomum em sua família. Cada um de seus alinhamentos com generais romanos foi instrumento da mesma política: manter o Egito formalmente independente enquanto Chipre, Cirene e o Levante mudavam de mãos.
Descobertas arqueológicas
1798 d.C. – presente
1 acontecimento
1822 d.C. Datação estabelecida Champollion decifra a escrita hieroglífica Em setembro de 1822, Champollion demonstrou que os sinais hieroglíficos registravam sons da língua egípcia, e não apenas ideias. A leitura de nomes reais dentro das cartelas e o domínio do copta permitiram…
- Localização
- Paris, a partir de cópias da Pedra de Roseta
Mediterrâneo e Egeu - Dinastia
- Anterior às dinastias
- Governante
- Jean-François Champollion
O trabalho não começou do zero. Entre 1814 e 1819, o inglês Thomas Young estabeleceu que a escrita cursiva do decreto e os hieróglifos pertenciam ao mesmo sistema, isolou a cartela de Ptolomeu, propôs valores sonoros corretos para vários sinais e percebeu que os nomes reais eram grafados foneticamente. Young considerou, no entanto, que esse recurso servia apenas para transcrever nomes estrangeiros, e não para escrever a própria língua do país. Um obelisco trazido de Filas, com os nomes de Ptolomeu e de Cleópatra, ofereceu um segundo ponto de conferência para as equivalências então em discussão.
Outras regiões